Nem todas as mães têm que ser cisnes

Apesar do tempo limitado que hoje (não) me sobra para ver o que quer que seja (meaning, couch potato no more :/// ), há duas séries que são como religião para mim: Walking Dead (que não vem ao caso para o tema deste blog, a não ser pelo facto de a maioria dos dias me sentir que para ser figurante só me faltava a caracterização, dado que  o modo zombie já está assegurado) e a outra que é motivo deste post: Odd Mom Out.

Podia dizer que esta série é uma MomCom (traduzindo, uma comédia feita a pensar em mães) mas é muito mais do que isso. Sem querer fazer spoilers, mas desvendando um pouco da trama central, Odd Mom Out é o paradigma do patinho feio aplicado à maternidade. Ou seja, uma mãe, Jill, que, mais do que nova-iorquina, é uma Upper East Sidder que não se integra naquele mundo de Stepford Wives, com o último grito da moda e sempre com a nanny atrás. Para as fãs de Gossip Girl, é como se Jill fosse uma espécie de Lonely Boy – mas com muito estilo- a destacar-se da Blair e das suas minions.

O que torna tudo mais genuíno é que a autora, Jill Kargman, cresceu, efectivamente, neste ambiente  ( é filha do ex presidente da Chanel) e acaba por retratar na série, com muita ironia e humor negro, a sua realidade e tentativa de sobrevivência no meio das Momzillas. No fundo, Odd Mom Out é um hino à diferença e capacidade de sermos nós próprios. Afinal, mm quando estamos rodeados de Prada,  Gucci ou Chanel, temos sempre o Jeremy Scott;)

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